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Vício e Virtude
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Escolha, doença ou hábito?
O que de fato é a adicção? A maior parte dos estudos científicos sobre o tema entende esse fenômeno como doença ou como escolha deliberada, mas falham em compreender a experiência dos que sofrem e daqueles que buscam ajudá-los.
Em Vício e virtude, Kent Dunnington insere a filosofia e a teologia nesse debate e, com base no pensamento de Aristóteles e Tomás de Aquino, formula uma alternativa aos modelos reducionistas modernos. Para o autor, a adicção é um hábito característico dos nossos tempos e vai além do âmbito individual: pessoas com adicções severas são “profetas contemporâneos”; elas mostram quem realmente somos e iluminam aspectos da
cultura moderna que tendemos a ignorar.
Esta obra interdisciplinar também oferece recursos para o ministério e a igreja local, e mostra como o evangelho oferece um modo de vida alternativo e mais atraente do que a vida adicta.
O que de fato é a adicção? A maior parte dos estudos científicos sobre o tema entende esse fenômeno como doença ou como escolha deliberada, mas falham em compreender a experiência dos que sofrem e daqueles que buscam ajudá-los.
Em Vício e virtude, Kent Dunnington insere a filosofia e a teologia nesse debate e, com base no pensamento de Aristóteles e Tomás de Aquino, formula uma alternativa aos modelos reducionistas modernos. Para o autor, a adicção é um hábito característico dos nossos tempos e vai além do âmbito individual: pessoas com adicções severas são “profetas contemporâneos”; elas mostram quem realmente somos e iluminam aspectos da
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O que de fato é a adicção? A maior parte dos estudos científicos sobre o tema entende esse fenômeno como doença ou como escolha deliberada, mas falham em compreender a experiência dos que sofrem e daqueles que buscam ajudá-los.
Em Vício e virtude, Kent Dunnington insere a filosofia e a teologia nesse debate e, com base no pensamento de Aristóteles e Tomás de Aquino, formula uma alternativa aos modelos reducionistas modernos. Para o autor, a adicção é um hábito característico dos nossos tempos e vai além do âmbito individual: pessoas com adicções severas são “profetas contemporâneos”; elas mostram quem realmente somos e iluminam aspectos da
cultura moderna que tendemos a ignorar.
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O que de fato é a adicção? A maior parte dos estudos científicos sobre o tema entende esse fenômeno como doença ou como escolha deliberada, mas falham em compreender a experiência dos que sofrem e daqueles que buscam ajudá-los.
Em Vício e virtude, Kent Dunnington insere a filosofia e a teologia nesse debate e, com base no pensamento de Aristóteles e Tomás de Aquino, formula uma alternativa aos modelos reducionistas modernos. Para o autor, a adicção é um hábito característico dos nossos tempos e vai além do âmbito individual: pessoas com adicções severas são “profetas contemporâneos”; elas mostram quem realmente somos e iluminam aspectos da
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