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Doces mentiras: Como uma espiritualidade disfarçada de cristianismo moldou nossa cultura e distorceu a fé cristã
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Doces mentiras: Como uma espiritualidade disfarçada de cristianismo moldou nossa cultura e distorceu a fé cristã
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“Se essa é a verdade dele, quem sou eu para ficar em seu caminho?”
Você já se perguntou como chegamos ao ponto em que estamos? Quando os nossos sentimentos passaram a ser os filtros pelos quais enxergamos o mundo? Por que, quanto mais buscamos a felicidade, maior parecem ser a exaustão e a melancolia?
Vivemos em meio a um movimento desenfreado – muitas vezes sedutor – em busca de mudanças, bem-estar e redenção pessoal. Mas qual é a origem disso, afinal?
Nesta obra, a apologeta Melissa Dougherty analisa como o mundo ocidental se tornou profundamente subjetivo, destacando o poder destrutivo da “positividade tóxica” e os perigos de perseguir a felicidade a qualquer custo. A partir de sua própria experiência nessa busca incansável, a autora desenvolve seus argumentos com base no conceito filosófico do século XVIII conhecido como Novo Pensamento.
Ao desmascarar o problema da subjetividade, Dougherty examina suas diferentes expressões – como a lei da atração, a autoajuda, o relativismo e um cristianismo fragmentado. Afinal, se a verdade é relativa, a identidade, a cultura e até a divindade também passam a ser. O objetivo central da obra é discernir e analisar nossos pressupostos, bem como os do mundo ao nosso redor, para que haja transformação, arrependimento, renovo e descanso na Verdade imutável, em um amor divino que supera qualquer ação individual.
Venha, pegue sua xícara de café e descubra como o Novo Pensamento influenciou – e continua transformando – a maneira como vivemos, cremos e interpretamos a realidade.
Você já se perguntou como chegamos ao ponto em que estamos? Quando os nossos sentimentos passaram a ser os filtros pelos quais enxergamos o mundo? Por que, quanto mais buscamos a felicidade, maior parecem ser a exaustão e a melancolia?
Vivemos em meio a um movimento desenfreado – muitas vezes sedutor – em busca de mudanças, bem-estar e redenção pessoal. Mas qual é a origem disso, afinal?
Nesta obra, a apologeta Melissa Dougherty analisa como o mundo ocidental se tornou profundamente subjetivo, destacando o poder destrutivo da “positividade tóxica” e os perigos de perseguir a felicidade a qualquer custo. A partir de sua própria experiência nessa busca incansável, a autora desenvolve seus argumentos com base no conceito filosófico do século XVIII conhecido como Novo Pensamento.
Ao desmascarar o problema da subjetividade, Dougherty examina suas diferentes expressões – como a lei da atração, a autoajuda, o relativismo e um cristianismo fragmentado. Afinal, se a verdade é relativa, a identidade, a cultura e até a divindade também passam a ser. O objetivo central da obra é discernir e analisar nossos pressupostos, bem como os do mundo ao nosso redor, para que haja transformação, arrependimento, renovo e descanso na Verdade imutável, em um amor divino que supera qualquer ação individual.
Venha, pegue sua xícara de café e descubra como o Novo Pensamento influenciou – e continua transformando – a maneira como vivemos, cremos e interpretamos a realidade.
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Você já se perguntou como chegamos ao ponto em que estamos? Quando os nossos sentimentos passaram a ser os filtros pelos quais enxergamos o mundo? Por que, quanto mais buscamos a felicidade, maior parecem ser a exaustão e a melancolia?
Vivemos em meio a um movimento desenfreado – muitas vezes sedutor – em busca de mudanças, bem-estar e redenção pessoal. Mas qual é a origem disso, afinal?
Nesta obra, a apologeta Melissa Dougherty analisa como o mundo ocidental se tornou profundamente subjetivo, destacando o poder destrutivo da “positividade tóxica” e os perigos de perseguir a felicidade a qualquer custo. A partir de sua própria experiência nessa busca incansável, a autora desenvolve seus argumentos com base no conceito filosófico do século XVIII conhecido como Novo Pensamento.
Ao desmascarar o problema da subjetividade, Dougherty examina suas diferentes expressões – como a lei da atração, a autoajuda, o relativismo e um cristianismo fragmentado. Afinal, se a verdade é relativa, a identidade, a cultura e até a divindade também passam a ser. O objetivo central da obra é discernir e analisar nossos pressupostos, bem como os do mundo ao nosso redor, para que haja transformação, arrependimento, renovo e descanso na Verdade imutável, em um amor divino que supera qualquer ação individual.
Venha, pegue sua xícara de café e descubra como o Novo Pensamento influenciou – e continua transformando – a maneira como vivemos, cremos e interpretamos a realidade.
Você já se perguntou como chegamos ao ponto em que estamos? Quando os nossos sentimentos passaram a ser os filtros pelos quais enxergamos o mundo? Por que, quanto mais buscamos a felicidade, maior parecem ser a exaustão e a melancolia?
Vivemos em meio a um movimento desenfreado – muitas vezes sedutor – em busca de mudanças, bem-estar e redenção pessoal. Mas qual é a origem disso, afinal?
Nesta obra, a apologeta Melissa Dougherty analisa como o mundo ocidental se tornou profundamente subjetivo, destacando o poder destrutivo da “positividade tóxica” e os perigos de perseguir a felicidade a qualquer custo. A partir de sua própria experiência nessa busca incansável, a autora desenvolve seus argumentos com base no conceito filosófico do século XVIII conhecido como Novo Pensamento.
Ao desmascarar o problema da subjetividade, Dougherty examina suas diferentes expressões – como a lei da atração, a autoajuda, o relativismo e um cristianismo fragmentado. Afinal, se a verdade é relativa, a identidade, a cultura e até a divindade também passam a ser. O objetivo central da obra é discernir e analisar nossos pressupostos, bem como os do mundo ao nosso redor, para que haja transformação, arrependimento, renovo e descanso na Verdade imutável, em um amor divino que supera qualquer ação individual.
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